Nas profundezas da Amazônia,
Onde o verde é soberano,
Habita o Boitatá,
Ser mítico, guardião do oceano.
Com olhos flamejantes
E corpo feito de luz,
Ele protege a floresta,
Com poder e virtude.
Nas noites escuras,
Entre árvores milenares,
O Boitatá dança,
Suas chamas são luminares.
Ele percorre as trilhas,
Como um facho de esperança,
Iluminando os caminhos,
Protegendo a bonança.
Com seu rugido estrondoso
E sua presença imponente,
Ele afugenta os invasores,
Mantendo a floresta potente.
Seu espírito selvagem
É símbolo de resistência,
Contra a destruição e a ganância,
Ele clama pela consciência.
Boitatá,
Guardião das trevas e da luz,
Teu poder transcendente
É um hino à Amazônia que reluz.
Protege os segredos,
Os mistérios e a vida,
E mantém viva
A chama da floresta erguida.
Tua presença inspira
Reverência e cuidado,
Pelos tesouros naturais,
Pelo verde tão sagrado.
Boitatá, protetor da floresta sem par,
Tua luz eterna brilha.
Na vastidão verde da Amazônia,
Onde a vida pulsa em cada cantinho,
O coração bate ao ritmo da floresta,
Ecoando em uníssono com o destino.